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Conheça os modelos de smartphones compatíveis com a conexão direta por satélite da rede Starlink e entenda como essa tecnologia vai revolucionar a conectividade móvel.

A Starlink, rede de internet via satélite da SpaceX, está prestes a causar uma nova revolução no setor de conectividade móvel. Recentemente, a empresa anunciou que permitirá que smartphones se conectem diretamente à sua constelação de satélites — sem a necessidade de torres ou redes móveis convencionais.

Essa tecnologia promete levar internet para qualquer lugar do mundo, inclusive áreas remotas onde não há cobertura de operadoras tradicionais. Mas a grande pergunta que surge é: quais celulares serão compatíveis com essa conexão direta via satélite?

Em primeiro lugar, é importante destacar que a Starlink está trabalhando com a T-Mobile nos Estados Unidos e com outras operadoras globais para implementar o serviço chamado “Direct to Cell”. Ele permitirá que smartphones 4G LTE se conectem diretamente aos satélites da Starlink.

Diferente do que muitos imaginam, não será necessário um novo tipo de smartphone para usar o serviço. A promessa da Starlink é que qualquer celular com suporte ao 4G LTE poderá, eventualmente, se conectar aos satélites. Ou seja, modelos como iPhones (a partir do iPhone 6), Samsung Galaxy, Xiaomi, Motorola e outros aparelhos com LTE devem ser compatíveis.

Por enquanto, a Starlink informou que o serviço será liberado em fases. A primeira funcionalidade prevista é a de mensagens de texto via satélite, com chamadas de voz e acesso completo à internet móvel sendo lançados em fases posteriores, até 2025.

Alguns dispositivos já vêm se preparando para esse tipo de funcionalidade. Por exemplo, iPhones 14 e 15 já têm suporte a mensagens de emergência via satélite, o que mostra que a integração da tecnologia está cada vez mais próxima da realidade para os usuários comuns.

Para os brasileiros, a novidade também pode estar próxima. A Starlink já atua no Brasil com antenas para internet fixa via satélite. Agora, com parcerias com operadoras locais, há expectativa de que o serviço móvel direto aos celulares também seja lançado no país nos próximos anos.

É importante mencionar que, para funcionar corretamente, a conexão depende não apenas do smartphone, mas também do suporte da operadora local e da aprovação regulatória de cada país, o que pode afetar o cronograma de lançamento.

A integração da Starlink com celulares comuns representa um avanço significativo na inclusão digital global. Ela elimina a dependência de torres de celular e infraestrutura terrestre, permitindo acesso à internet em áreas rurais, marítimas e até em regiões afetadas por desastres naturais.

Com essa nova tecnologia, o mundo caminha para uma nova era de conectividade, em que a internet realmente poderá estar em todos os lugares — até onde não há sinal de nenhuma operadora.

Celulares compatíveis com a rede Starlink

A compatibilidade inicial abrange uma ampla variedade de modelos recentes de marcas líderes, incluindo dispositivos da Samsung, Apple, Motorola, Google e T-Mobile. A seguir, detalhamos os equipamentos que farão parte da implementação inicial:

Samsung

  • Galaxy A14, A15, A16, A35, A53, A54
  • Galaxy S21 FE, S21, S21 Plus, S21 Ultra
  • Galaxy S22, S22 Plus, S22 Ultra
  • Galaxy S23, S23 Plus, S23 Ultra, S23 Fan Edition
  • Galaxy S24, S24 Plus, S24 Ultra, S24 Fan Edition
  • Galaxy S25, S25 Plus, S25 Ultra
  • Galaxy Z Flip3, Flip4, Flip5, Flip6
  • Galaxy Z Fold3, Fold4, Fold5, Fold6

Apple

  • iPhone 14, 14 Plus, 14 Pro, 14 Pro Max
  • iPhone 15, 15 Plus, 15 Pro, 15 Pro Max
  • iPhone 16, 16 Plus, 16 Pro, 16 Pro Max

Motorola

  • Razr 2024
  • Moto G Stylus 5G 2024

Google

  • Pixel 9 Pro Fold
  • Três modelos adicionais da família Pixel
  • T-Mobile
  • REVL 7 5G
  • REVL 7 Pro 5G

A lista de dispositivos compatíveis está prevista para se expandir à medida que a tecnologia evoluir, permitindo alcançar uma variedade maior de usuários e aparelhos em todo o mundo.

Como se conectar gratuitamente à Starlink

A operação do sistema foi pensada para ser o mais simples possível. Quando um celular compatível perde o sinal da sua operadora habitual, o aparelho detecta automaticamente a ausência de cobertura e ativa a conexão à internet por meio da infraestrutura de satélites da Starlink, que é composta por milhares de satélites em órbita baixa. Nesse momento, o usuário receberá uma notificação informando que seu dispositivo está utilizando a rede satelital através da parceria com a T-Mobile.

Durante a primeira etapa do serviço, o acesso será limitado a mensagens básicas e chamadas de emergência. No entanto, a SpaceX e a T-Mobile trabalham para expandir progressivamente a oferta e incluir serviços de dados móveis e funções avançadas, o que aumentará as possibilidades de comunicação e acesso digital em todos os tipos de ambientes.


Fontes:

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O que é Starlink? Como funciona a internet via satélite da SpaceX https://technewsdig.com/starlink-internet-via-satelite-de-alta-velocidade-da-spacex/ https://technewsdig.com/starlink-internet-via-satelite-de-alta-velocidade-da-spacex/#respond Wed, 25 Jun 2025 22:53:46 +0000 https://technewsdig.com/?p=313 A revolução da internet via satélite A Starlink é um projeto ambicioso da SpaceX, empresa de exploração espacial fundada por Elon Musk. Seu objetivo é fornecer internet banda larga de alta velocidade em qualquer parte do planeta, especialmente em regiões remotas ou mal atendidas por infraestrutura tradicional. Ao utilizar milhares de satélites em órbita baixa […]

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A revolução da internet via satélite

A Starlink é um projeto ambicioso da SpaceX, empresa de exploração espacial fundada por Elon Musk. Seu objetivo é fornecer internet banda larga de alta velocidade em qualquer parte do planeta, especialmente em regiões remotas ou mal atendidas por infraestrutura tradicional. Ao utilizar milhares de satélites em órbita baixa da Terra, a Starlink promete revolucionar a maneira como o mundo se conecta.

Diferente da internet tradicional que depende de cabos de fibra óptica ou torres de transmissão, a Starlink funciona por meio de uma constelação de pequenos satélites que orbitam a Terra a aproximadamente 550 km de altitude. Esses satélites se comunicam com terminais de usuário – pequenas antenas instaladas nas casas ou empresas dos clientes – que enviam e recebem sinais diretamente dos satélites.

Qual é a vantagem da órbita baixa?

O uso de satélites em órbita baixa permite reduzir significativamente a latência, ou seja, o tempo de resposta entre envio e recebimento de dados. Satélites tradicionais de comunicação ficam a mais de 35 mil km da Terra, o que gera atrasos perceptíveis. Já os satélites da Starlink oferecem uma experiência mais próxima da internet terrestre, com latência média entre 20 e 40 milissegundos.

Inicialmente lançada nos Estados Unidos, a Starlink já está disponível em diversos países, incluindo o Brasil. O serviço é especialmente útil em áreas rurais, regiões montanhosas, zonas de difícil acesso e até em embarcações e aviões. Qualquer pessoa com acesso à energia elétrica e céu aberto pode instalar o kit da Starlink e começar a usar.

Como é a instalação?

A instalação é simples e pode ser feita pelo próprio usuário. O kit Starlink inclui uma antena parabólica, um suporte, um roteador Wi-Fi e os cabos necessários. Basta posicionar a antena em um local com visão clara do céu, conectar ao roteador e seguir as instruções no aplicativo da Starlink.

Qual é o desempenho da internet?

Os testes mostram que a Starlink pode oferecer velocidades de download entre 100 Mbps e 250 Mbps, dependendo da localização e da quantidade de usuários ativos na região. A velocidade tende a melhorar com o aumento do número de satélites e melhorias no software de gerenciamento da rede.

E o custo?

No Brasil, o serviço tem um valor de entrada relativamente alto, com o kit de instalação custando cerca de R$ 2.000 a R$ 3.000 e a mensalidade girando em torno de R$ 230 a R$ 300. Apesar do preço, muitos usuários em áreas remotas consideram um excelente custo-benefício, já que não há alternativas equivalentes em qualidade.

A SpaceX planeja lançar até 42 mil satélites nos próximos anos, com o objetivo de cobrir praticamente todo o globo com internet de alta velocidade. Com isso, a empresa espera não apenas atender pessoas físicas, mas também oferecer soluções para governos, empresas, embarcações, aviação comercial e situações de emergência.

Críticas e desafios

Apesar do sucesso, a Starlink enfrenta críticas em relação ao impacto ambiental e astronômico. Astrônomos alertam para o brilho dos satélites, que pode interferir na observação do espaço. Além disso, o aumento de objetos em órbita baixa levanta preocupações sobre colisões e lixo espacial.

Considerações finais

A Starlink representa um marco na democratização do acesso à internet, permitindo que pessoas em qualquer parte do mundo tenham acesso à rede global. Embora ainda enfrente desafios, a iniciativa da SpaceX já está moldando o futuro da conectividade e mostrando que o céu não é mais o limite.


Referências:

  • Site oficial da Starlink
  • SpaceX
  • Exame. “Starlink já está disponível no Brasil.”
  • TechCrunch. “Starlink’s global expansion and the future of satellite internet.”

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Meta lança oficialmente o Threads como concorrente do Twitter https://technewsdig.com/meta-lanca-oficialmente-o-threads-como-concorrente-do-twitter/ https://technewsdig.com/meta-lanca-oficialmente-o-threads-como-concorrente-do-twitter/#respond Mon, 03 Mar 2025 13:26:51 +0000 https://technewsdig.com/?p=68 Hoje, [5 de julho de 2023], a Meta, empresa controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, lançou oficialmente o Threads, uma nova rede social de microblogging projetada para competir diretamente com o Twitter. O lançamento ocorreu em meio a mudanças significativas no cenário das mídias sociais, especialmente após a aquisição do Twitter por Elon Musk. O […]

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Hoje, [5 de julho de 2023], a Meta, empresa controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, lançou oficialmente o Threads, uma nova rede social de microblogging projetada para competir diretamente com o Twitter. O lançamento ocorreu em meio a mudanças significativas no cenário das mídias sociais, especialmente após a aquisição do Twitter por Elon Musk.

O Threads foi desenvolvido para oferecer aos usuários uma plataforma focada em compartilhamento de textos, permitindo a importação de listas de seguidores do Instagram e a utilização de funções como curtir, comentar e repostar. Essa integração estreita com o Instagram visa facilitar a transição dos usuários entre as plataformas e ampliar o alcance do novo aplicativo.

Antes do lançamento oficial, o aplicativo era conhecido internamente como “Projeto 92”. Relatórios iniciais indicavam que o lançamento ocorreria em meados de julho; no entanto, a Meta antecipou a estreia para 5 de julho, disponibilizando o Threads para download em mais de 100 países.

A decisão de antecipar o lançamento pode estar relacionada às recentes mudanças e restrições implementadas no Twitter sob a gestão de Elon Musk, criando uma oportunidade para a Meta atrair usuários insatisfeitos. O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, destacou que o objetivo do Threads é criar um espaço positivo para compartilhamento de ideias por meio de textos.

O lançamento do Threads também intensificou a rivalidade entre Mark Zuckerberg e Elon Musk, dois dos principais nomes do setor de tecnologia. A competição entre as plataformas pode redefinir o panorama das redes sociais, oferecendo aos usuários alternativas para compartilhamento de conteúdo textual.

Em menos de 24 horas após o lançamento, o Threads alcançou a marca de 30 milhões de usuários registrados, demonstrando uma adoção significativa e rápida por parte do público. Esse número expressivo reflete o interesse dos usuários em explorar novas plataformas de comunicação e a confiança na infraestrutura já estabelecida pela Meta.

A interface do Threads apresenta semelhanças com o Instagram, incluindo ícones familiares para curtir, comentar e compartilhar, mas com foco principal em conteúdo textual. Essa familiaridade pode facilitar a adaptação dos usuários e incentivar a participação ativa na nova plataforma.

Além disso, o Threads foi projetado para ser uma rede social descentralizada e independente, com planos futuros de integração ao protocolo ActivityPub, permitindo interoperabilidade com outras plataformas como o Mastodon. Essa abordagem visa oferecer aos usuários maior controle sobre seus dados e interações online.

O lançamento do Threads representa um movimento estratégico da Meta para expandir sua presença no domínio das redes sociais baseadas em texto, oferecendo uma alternativa robusta ao Twitter e buscando capturar uma parcela significativa dos usuários interessados nesse formato de comunicação. A evolução e aceitação do Threads nos próximos meses serão determinantes para avaliar seu impacto no mercado e sua capacidade de competir efetivamente com plataformas estabelecidas.

Fonte: Canaltech, Itatiaia, Exame, Forbes, O povo, Feerie

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